Infectologia

Anvisa libera pesquisa com hidroxicloroquina para COVID-19

Anvisa libera pesquisa com hidroxicloroquina para COVID-19

A Anvisa liberou a pesquisa com a hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19. A licença permite ao Hospital Israelita Albert Einstein e colaboradores avançarem nas pesquisas clínicas em busca da cura dessa doença, com segurança e rapidez. A Agência irá acompanhar os desfechos dos estudos, bem como o cumprimento das Boas Práticas Clínicas. 


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SBI analisa o uso de hidroxicloroquina para COVID-19

SBI analisa o uso de hidroxicloroquina para COVID-19

Após a publicação recente de estudo francês no International Journal of Antimicrobial Agents, a SBI divulga os seguintes esclarecimentos:


1. A cloroquina é usada para malária e a hidroxicloroquina para artrite reumatoide e lúpus eritematoso, ambas registradas e aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para essas indicações.


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Cardiopatas têm mais chance de desenvolver a forma grave do COVID 19

Cardiopatas têm mais chance de desenvolver a forma grave do COVID 19

Pacientes com doenças cardiovasculares e idosos estão entre os mais propensos a desenvolver a forma mais grave da doença provocada pelo coronavírus (COVID-19). A constatação, do American College of Cardiology (ACC) é ratificada pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo - SOCESP. Segundo dados da instituição, em fevereiro de 2020, 40% dos hospitalizados com resultado positivo para o coronavírus apresentavam patologia cardiovascular ou cerebrovascular prévia. “Além disso, 6,7% dos pacientes desenvolveram arritmia e 7,2% apresentaram lesão miocárdica. Relatos também apontam que, além de insuficiência respiratória, o desenvolvimento de insuficiência cardíaca contribuiu para a primeira morte registrada, associada ao COVID-19”, diz o diretor científico da SOCESP, o cardiologista Luciano Drager. No Brasil, o primeiro caso comprovado, também no final de fevereiro, é de um homem de 61 anos, hipertenso e cardiopata.

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Orientação para detecção de casos suspeitos de coronavírus

Orientação para detecção de casos suspeitos de coronavírus

O Brasil não tem casos registrados da doença. Mas já existem casos suspeitos. A orientação do Ministério da Saúde diante da detecção de um caso suspeito é manter o paciente em isolamento enquanto houver sinais e sintomas clínicos. O paciente deve utilizar máscara cirúrgica a partir do momento da suspeita e ser mantido preferencialmente em quarto privativo.

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Especialista comenta sobre o Coronavírus

Especialista comenta sobre o Coronavírus

De acordo com o Portal de Notícias G1, sobe para 26 o número de mortos por Coronavírus na China e mais de 900 casos são confirmados no mundo.

O Ministério da Saúde (MS) afirma que no Brasil nenhum caso suspeito foi confirmado. No entanto, foi instalado na quarta-feira (22) o Centro de Operações de Emergência (COE) - novo coronavírus, com objetivo de preparar a rede pública de saúde para o atendimento de possíveis casos no Brasil.

Com base nesse cenário, a Dra. Tânia Chaves, Membro Consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, fala sobre as principais características do vírus, como sua epidemiologia, transmissão, tratamento e recomendações médicas alinhadas com Diretrizes nacionais e internacionais.


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