Nefrologia e Urologia

Síndrome hepatorrenal: novos critérios diagnósticos

Síndrome hepatorrenal: novos critérios diagnósticos

Por Dr. Igor Denizarde – A síndrome hepatorrenal (SHR) é uma grave complicação da doença hepática terminal, que ocorre, principalmente, em pacientes com cirrose avançada e ascite que apresentam acentuada disfunção circulatória, bem como naqueles com insuficiência hepática aguda. É caracterizada por vasoconstrição renal funcional, que causa redução da taxa de filtração glomerular (não responsiva à reposição de volume), apresentando anormalidades renais histológicas mínimas.

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Síndrome da bexiga hiperativa | Epidemiologia, causas e tratamento

Síndrome da bexiga hiperativa | Epidemiologia, causas e tratamento

Por Dr. João Antonio Pereira Correia – De acordo com inquérito epidemiológico recente, 25% da população brasileira (homens e mulheres) com mais de 40 anos apresentam síndrome da bexiga hiperativa (SBH).1 A International Continence Society define essa afecção vesical como uma condição em que o paciente apresenta “urgência miccional, com ou sem incontinência, geralmente associada a aumento da frequência urinária diurna e/ou noturna, sem infecção urinária ou outra alteração patológica evidente”.2

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Drogas vasoativas e o rim

Drogas vasoativas e o rim

Por Dr. Igor Denizarde – A lesão renal aguda (LRA) é uma complicação frequente em pacientes hospitalizados e causa elevação da morbimortalidade desses indivíduos. Sua fisiopatologia é multifatorial, porém reduções do fluxo sanguíneo para a região corticomedular do rim causam quedas significativas da taxa de filtração glomerular durante as fases iniciais da doença. Assim, a hipoperfusão da medula renal está presente em vários tipos de LRA e contribui para isquemia tubular.

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Quando suspender ou não iniciar o suporte dialítico em pacientes graves com prognóstico questionável

Quando suspender ou não iniciar o suporte dialítico em pacientes graves com prognóstico questionável

Por Dr. Igor Denizarde – A medicina intensiva evoluiu muito ao longo dos últimos anos e isso possibilitou o prolongamento da vida de pacientes que, no passado, tinham um prognóstico, em termos de sobrevida, reservado. O desenvolvimento de terapias de suporte extracorpóreo, aprimoramento de modos de ventilação mecânica, desenvolvimento de antibióticos de última geração e técnicas de terapia renal substitutiva (TRS) com melhor tolerância hemodinâmica são recursos disponíveis que visam a esse aumento de sobrevida. O ambiente de terapia intensiva é, portanto, o local em que todos os recursos podem ser alocados no intuito de prolongar a vida, mas também é onde os cuidados de fim de vida são instituídos.

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Disfunção Erétil | Um Olhar Contemporâneo

Disfunção Erétil | Um Olhar Contemporâneo

Por Dr. João Antonio Pereira Correia – A disfunção erétil é definida como a “incapacidade do homem desenvolver ou manter uma ereção rígida o suficiente para o ato sexual”. (1) Dados epidemiológicos mundiais sugerem que, aproximadamente, 30% dos homens entre 40 e 50 anos de idade apresentam algum grau de disfunção e, a partir da 7a década de vida, os valores de prevalência da doen­ça podem alcançar até 70% dos homens. (2,3) Tal condição merece atenção médica pois, de acordo com a Organização Mundial de Saú­de (OMS), a satisfação com a vida sexual é um dos alicerces que compreende a definição de “saú­de”. (4)

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