Neurologia e Neurociências

Cefaleias que inspiram cuidados

Cefaleias que inspiram cuidados

As cefaleias secundárias ocorrem quando há alguma comorbidade que possa cursar com dor de cabeça. Embora algumas situações possam parecer óbvias, outras demandam alto grau de suspeição. O não reconhecimento das cefaleias de interesse neurocirúrgico pode provocar sério risco à saúde dos pacientes. As condições clínicas que necessitam propedêutica específica são apresentadas por meio de casos clínicos ilustrativos e que foram conduzidos pelo autor.


Leia mais

Coronavírus e os pacientes com sequelas neurológicas

Coronavírus e os pacientes com sequelas neurológicas

Wanderley Cerqueira de Lima, coordenador de uma das equipes de neurocirurgia da Rede D’or de Hospitais, informa que pacientes neurológicos requerem cuidados redobrados quando contaminados com o coronavírus. O cenário fica mais crítico dentro da população idosa. Esses pacientes precisarão, além do tratamento específico para o coronavírus, de medicações e possíveis recursos intensivos e hospitalares mais sérios de acordo com cada caso.

Leia mais

O impacto do sintoma-doença dor em diferentes especialidades

O impacto do sintoma-doença dor em diferentes especialidades

A dor é responsável por mais de 80% das consultas médicas, podendo acometer qualquer pessoa ao longo da vida, independentemente de gênero, faixa etária ou classe social. De acordo com o seu grau e constância, a dor tem a capacidade de interferir direta e indiretamente na qualidade de vida do paciente, comprometendo a integridade física e mental de quem convive com ela.

Leia mais

Entendendo o complexo diálogo entre sistema imunológico e sistema nervoso central

Entendendo o complexo diálogo entre sistema imunológico e sistema nervoso central

O conceito de privilégio imune se refere à incapacidade de um órgão em rejeitar tecidos heterotópicos transplantados. Em 1940, Peter Medawar descreveu que enxertos homólogos de pele no sistema nervoso central (SNC) falhavam em criar uma resposta imune que levasse a sua rejeição. Porém, caso o mesmo enxerto fosse colocado em outra parte do corpo, uma resposta imune ocorria nesse tecido e, quando reinserido no SNC, finalmente aconteceria uma resposta por meio de rejeição tecidual.1 A principal explicação dada por Medawar foi a de que o SNC não tinha um sistema linfático. Portanto, não existiria uma janela de oportunidade para uma resposta imune, argumento que hoje se sabe estar ultrapassado.

Leia mais