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Qual a melhor técnica e local da lesão para coleta de amostras para o exame direto no diagnóstico da leishmaniose cutânea?

Qual a melhor técnica e local da lesão para coleta de amostras para o exame direto no diagnóstico da leishmaniose cutânea?

No Brasil, a leishmaniose cutânea (LC) é associada a sete espécies de Leishmania, sendo Leishmania (Viannia) braziliensis a espécie mais prevalente. A úlcera típica da LC costuma ser arredondada, indolor e medir até poucos centímetros.1

 

O diagnóstico de LC, sempre que possível, deve ser baseado no aspecto da lesão, em evidências epidemiológicas e em exames laboratoriais, considerando o diagnóstico diferencial com outras doenças.1-6

 

O exame histopatológico permite o dignóstico diferencial com outras doenças cutâneas. No entanto, apresenta baixa sensibilidade para visualização de formas amastigotas, além de necessitar da realização de biópsia da lesão e de colorações especiais para a visualização de micobactérias e fungos.4,7 Portanto, quando a conclusão diagnóstica se limitar ao aspecto histopatológico de infiltrado inflamatório crônico inespecífico ou granulomatoso, sem evidenciação de parasitas, o diagnóstico diferencial entre leishmaniose e outras doenças, como micoses, tuberculose, micobacterioses e outras infecções bacterianas, fica comprometido.

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COVID-19 e imunidade de rebanho

COVID-19 e imunidade de rebanho

Denomina-se imunidade de rebanho quando a proporção de pessoas imunes a determinada doença infecciosa se torna grande o suficiente para fazer com que sua disseminação diminua na comunidade. Quanto maior for o número de pessoas imunes ou imunizadas, menor será a probabilidade de uma pessoa suscetível se infectar. Nesse caso, embora a doença continue na comunidade, sua propagação será cada vez mais lenta porque a cadeia de infecção foi, de certa maneira, quebrada.

 

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Medicamentos para controle do colesterol no tratamento da COVID-19

Medicamentos para controle do colesterol no tratamento da COVID-19

As estatinas, indicadas para pacientes com colesterol elevado, doença cardiovascular, diabetes ou doenças renais, entre outras comorbidades, são uma opção para o tratamento complementar da COVID-19, uma vez que essas substâncias atuam protegendo a parede vascular e modulam a inflamação, o que reduz o risco de trombose.

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Covid-19 e medicação psiquiátrica

Covid-19 e medicação psiquiátrica

Segundo dados da empresa de consultoria IQVIA, no intervalo de 12 meses concluído em maio de 2020, a venda de medicamentos psiquiátricos chegou a 3,76 bilhões de comprimidos nas farmácias brasileiras, o que equivale a 5,75% de aumento em relação ao mesmo período do ano anterior e resulta em uma receita de R$ 3,58 bilhões. Se considerados somente os antidepressivos, o faturamento foi 15,7% maior, alcançando R$ 3,24 bilhões, o que representa, ainda de acordo com a consultoria, o crescimento de 9,62% na venda desses medicamentos.

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