Gen Medicina

Microbioma e autoimuidade

Microbioma e autoimuidade

Os microrganismos habitam o corpo humano colonizando a pele, as mucosas, o intestino, entre outros locais. São conhecidos pelo nome de microbiota (conjunto dos microrganismos) ou microbioma (conjunto dos microrganismos e de seus genes). No trato gastrintestinal (TGI), esses microrganismos ajudam na absorção de alimentos, quebrando diferentes tipos de moléculas e nutrientes, além de contribuírem sintetizando vitaminas como K, folato e B12. Cada vez mais a presença e o equilíbrio desses microrganismos em nosso corpo são associados à saúde. Quando ocorre um desequilíbrio da microbiota, principalmente no intestino, uma série de patologias podem estar associadas. A microbiota residente no trato intestinal humano inclui cerca de 100 trilhões de microrganismos com aproximadamente 1.000 espécies diferentes e tem quase 150 vezes mais genes que o genoma humano. A maioria das bactérias encontradas no TGI de pessoas adultas pertencem aos filos Actinobacteria, Proteobacteria, Bacteroidetes e Firmicutes.


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Tecnologia reúne profissionais para discutir novos insights e descobertas da Covid-19

Tecnologia reúne profissionais para discutir novos insights e descobertas da Covid-19

Luiz Ary Messina, coordenador nacional da Rede Universitária de Telemedicina (RUTE), aborda neste vídeo o recém-criado Grupo de Interesse Especial Covid-19, que promove encontros virtuais com representantes de hospitais terciários, universitários, públicos e privados, que tratam os casos de maior gravidade. As reuniões periódicas promovem a troca de experiências entre profissionais do Brasil e do exterior, como China, Itália, Espanha e EUA.

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Grupos de risco para Covid-19 no Brasil

Grupos de risco para Covid-19 no Brasil

O Dr. Leandro Rezende, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp, coordenou uma recente pesquisa para identificar os grupos de risco para Covid-19 no Brasil. Os resultados mostram que entre os adultos com menos de 65 anos, a proporção dos suscetíveis à complicações caso venham a se infectar pelo SARS-CoV-2 é de 47%.
Para chegar a estes dados foram incluídos fatores de risco apontados pelos estudos iniciais da doença, em países asiáticos, e os observados nas pesquisas mais recentes conduzidas na Europa e nos Estados Unidos.
Confira os detalhes no vídeo com o coordenador da pesquisa.

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