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Qual a melhor técnica e local da lesão para coleta de amostras para o exame direto no diagnóstico da leishmaniose cutânea?

Qual a melhor técnica e local da lesão para coleta de amostras para o exame direto no diagnóstico da leishmaniose cutânea?

No Brasil, a leishmaniose cutânea (LC) é associada a sete espécies de Leishmania, sendo Leishmania (Viannia) braziliensis a espécie mais prevalente. A úlcera típica da LC costuma ser arredondada, indolor e medir até poucos centímetros.1

 

O diagnóstico de LC, sempre que possível, deve ser baseado no aspecto da lesão, em evidências epidemiológicas e em exames laboratoriais, considerando o diagnóstico diferencial com outras doenças.1-6

 

O exame histopatológico permite o dignóstico diferencial com outras doenças cutâneas. No entanto, apresenta baixa sensibilidade para visualização de formas amastigotas, além de necessitar da realização de biópsia da lesão e de colorações especiais para a visualização de micobactérias e fungos.4,7 Portanto, quando a conclusão diagnóstica se limitar ao aspecto histopatológico de infiltrado inflamatório crônico inespecífico ou granulomatoso, sem evidenciação de parasitas, o diagnóstico diferencial entre leishmaniose e outras doenças, como micoses, tuberculose, micobacterioses e outras infecções bacterianas, fica comprometido.

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Neste vídeo, a Dra. Maíra Terra Cunha Di Sarno, membro do Departamento de Adolescência da SPSP, ressalta a importância do pediatra diante deste cenário, que tem sido marcado por estes jovens como angústia do isolamento, com aumento de transtornos ansiosos, depressivos, alimentares e tendências suicidas. Pós-pandemia pode haver uma nova onda de transtornos mentais, por isso a necessidade de muita atenção da classe médica neste momento, para atuar no sentido preventivo.

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COVID-19 e imunidade de rebanho

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Denomina-se imunidade de rebanho quando a proporção de pessoas imunes a determinada doença infecciosa se torna grande o suficiente para fazer com que sua disseminação diminua na comunidade. Quanto maior for o número de pessoas imunes ou imunizadas, menor será a probabilidade de uma pessoa suscetível se infectar. Nesse caso, embora a doença continue na comunidade, sua propagação será cada vez mais lenta porque a cadeia de infecção foi, de certa maneira, quebrada.

 

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