Geriatria e Gerontologia

COVID-19 e pessoas idosas: chegou a hora de pensarmos em todos

COVID-19 e pessoas idosas: chegou a hora de pensarmos em todos

Como geriatra, tenho sido questionada diariamente sobre todos os cuidados que as pessoas idosas devem tomar para que fiquem protegidas do novo coronavírus.


No começo desta pandemia, minha resposta era sempre a de que os idosos deveriam ficar em casa. Pronto: uma resposta objetiva e bastante prática. Entretanto, estamos agora na terceira semana de quarentena e percebo que o desafio é muito maior do que apenas deixar os idosos isolados. Precisamos garantir que os alimentos cheguem até eles, que sigam bebendo líquidos no volume adequado, que tenham boa qualidade de sono, que tomem o sol do início da manhã, que mantenham o humor preservado.


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Envelhecer, perdas e aquisições

Envelhecer, perdas e aquisições

A vinculação do envelhecimento à ideia de perda parece estar impregnada na dinâmica das relações sociais que vivemos. No entanto, Jack Messy (1999, p. 18) nos remete à noção de envelhecimento como aquisição, “pelo simples fato de que só perdemos aquilo que possuímos”. O envelhecimento, então, passa a ser visto não mais como uma sucessão interminável de perdas, mas como um processo vivido na tessitura de perdas e aquisições.

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A importância do movimento para a saúde e longevidade

A importância do movimento para a saúde e longevidade

Por Dra. Ana Beatriz Galhardi Di Tommaso – Recentemente, estive no 21º Congresso Mundial de Geriatria e Gerontologia em São Francisco/Califórnia, promovido pela International Association of Gerontology and Geriatrics (IAGG). Considerado um dos mais importantes na área da geriatria e gerontologia, é promovido a cada quatro anos e reúne colegas de todo o mundo.

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Reflexões sobre o Processo de Identificações

Reflexões sobre o Processo de Identificações

O aumento da longevidade nos surpreende, transgredindo o padrão da cronologia das idades e empurrando a velhice para adiante. As pesquisas demográficas claramente demonstram isso (Camarano e Kanso, 2016). Assim, se queremos viver muito, podemos dizer, inspirados na poesia lusitana, que envelhecer é preciso, e morrer (não é preciso?) continua obrigatório.

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